Sacerdote Presente de Deus para o Mundo
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O SACERDOTE E O SAGRADO
'O sacerdote é um personagem da nossa sociedade. Uma figura com longa história em nossa cultura, que levou a termo tarefas com reconhecimento distintos e frequentemente até constratantes. Um personagem que mudou porque o ambiente em que se situa mudou. Assim, embora perseguindo um objetivo idêntico, ligado à função intitucional que exerce, o ambiente no qual vive o modificou, mudando até o modo externo com o qual se apresenta ao povo. Da veste talar comprida e preta com barrete com pontas e pompom ou chapéu rígido de abas largas, é possivel vê-lo às vezes à paisana, com jeans e camiseta, não mais identificável ou imediatamente reconhecível. E isso ele o fez para esconder-se, quando a sua missão, contrastada, devia ser executada de forma clandestina; ou então pela convicção de que devesse ser notado não pelo hábito, mas pelo seu modo de ser e por seu comportamento, invertendo o dito popular de que é o hábito que faz o monge.
Marcadores:
Vittorino Andreoli
terça-feira, 9 de agosto de 2011
VOCAÇÕES
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
4 DE AGOSTO - FESTA DE SÃO JOÃO MARIA VIANNEY E DIA DO PADRE
segunda-feira, 18 de julho de 2011
A SOLIDÃO DO PADRE
'É sempre complicado falar do sentimento do ser humano, ainda mais se esse ser humano é um sacerdote, que tem uma percepção do mundo - e do próprio ser no mundo - totalmente peculiar.'
Marcadores:
Vittorino Andreoli
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A NECESSIDADE DO SACERDOTE
'..O sacerdote deve ocupar-se de todo rebanho e, portanto, dos crentes, dos seus fiéis, mas também dos não crentes, dos não fiéis.'
Marcadores:
Livro,
Vittorino Andreoli
quarta-feira, 18 de maio de 2011
PADRES, viagem entre os homens do sagrado
'...Fico sempre estarrecido quando, num mundo que já não tem mais regras e não adverte mais o sentido de culpa, emitem-se juízos tremendos para pecados cometidos por sacerdotes; parece que domina um excesso, ao passo que a fé reservada aos compromissos assumidos pelo ser humano comum é banalizada.' (Vittorino Andreoli)
sábado, 14 de maio de 2011
O SEMINARISTA
"... é preciso avaliar um chamado de Deus como uma alegria, porém nunca o não chamado à vida religiosa como recusa por parte de Deus. Mais simplesmente, significa entrar na sociedade e expressar o próprio credo religioso na vida ordinária, unindo-o à própria profissão que a enriquece de significado.
Justamente por isso, é preciso que a vida do seminarista seja tranquila e serena, comprometida, mas não obsessiva. E, por isso, ele deve evitar considerar-se um 'tocado por Deus', mas também, ao contrário, considerar-se um excluído, no caso de que não ocorram as condições para continuar no caminho do sacerdócio. Trata-se simplesmente de um uso diferente do próprio crer estando no mundo, um caminho alternativo, sempre dentro da fé."
sexta-feira, 13 de maio de 2011
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA E BEATO JOÃO PAULO II, ROGAI PELOS VOCACIONADOS
Marcadores:
Nossa Senhora
terça-feira, 10 de maio de 2011
A VOCAÇÃO SACERDOTAL
A vocação Sacerdotal é um mistério de amor entre Deus e o homem. Deus, por amor, chama ao homem que, também por amor, lhe responde livremente.
Um chamado para ser a ponte entre o céu e a terra; entre Deus e os homens.
“Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus ( Mt 16, 19)”.
Um chamado a continuar o projeto de Jesus no mundo e salvá-lo, mas não ser mais do mundo.
“Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como sendo seus. Como, porém, não sois do mundo, mas do mundo vos escolhi (Jo 15, 19)”.
A vocação Sacerdotal é um destino irrevogável, iniludível: Não tem volta; Quem é Padre não pode voltar atrás. O casamento é até que a morte os separe. O sacerdócio, mesmo depois de morto continua sendo Padre.
“Respondeu Jesus: Em verdade vos declaro: no dia da renovação do mundo, quando o Filho do Homem estiver sentado no trono da glória, vós, que me haveis seguido, estareis sentados em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel (Mt. 19, 28)”.
A vocação Sacerdotal é um mistério de amor e o amor é livre para a escolha mas fiel no compromisso.
sábado, 23 de abril de 2011
FELIZ E SANTA PÁSCOA PARA TODOS OS VOCACIONADOS
quarta-feira, 20 de abril de 2011
TEMPO DA EUCARISTIA - 2011 - 2012
segunda-feira, 4 de abril de 2011
CERCO DA MISERICÓRDIA PELAS VOCAÇÕES EM UBARANA - SP.
Marcadores:
Cerco da Misericórdia
sábado, 2 de abril de 2011
O QUE É VOCAÇÃO?
Vocação é o chamado de Deus que tem como finalidade a realização plena da pessoa humana.
-É um gesto gracioso de Deus que visa a plena humanização do Homem.
-É dom, é graça, é eleição cuidadosa, visando a construção do Reino de Deus.
-É um chamado para fazer algo, para cumprir uma missão.
-Toda a pessoa é vocacionada, é eleita por Deus.
-Deus elege por causa de alguns (comunidade) e esta eleição manifesta-se no nosso dia a dia.
A mensagem do Evangelho à um convite contínuo a seguir
Jesus Cristo. Vem e segue-me. (Mt 9,9 ; Mc 8,34; Le 18,22;
Jo 8,12).
VEM-CHAMADO: é um convite pessoal dirigido por Deus
a uma pessoa.
SEGUE-ME - MISSÃO: é o seguimento da prática de Jesus. É uma iniciativa gratuita, proposta que parte de Deus (dimensão teológica). Impulso interior de cada pessoa onde conscientemente responde ao plano de amor de Deus.
terça-feira, 1 de março de 2011
TESTEMUNHO VOCACIONAL
É natural que, adolescentes e jovens em certo momento se perguntem: “Que buscarei para minha vida futura? Que ideais e porque caminhos me convem ir?” Além de investigar nos livros de estudos, certamente muitos deles observam as pessoas concretas como exemplos possíveis de ser imitadas.
A respeito, uma das passagens bíblicas que me impressionam por seu realismo e espontaneidad começa com uma pergunta, segue com um convite e uma breve convivencia. Expressa uma pedagogia eficaz, que respeita profundamente a liberdade de quem procura recorrer seu propio caminho.
- “Que buscais?”, pergunta Jesus a dois jovens, perto do rio Jordão.
O que se le em seguida se pode denominar, com razão, uma “aula de mestre”.
Os jovens de hoje querem saber como vivem os “mestres”, tem interesse em particularidades das pessoas que lhes produzem admiração. No meio desta curiosidade, há uma busca da realidade mesma (coerencia, verdade, sinceridade) do “ídolo” que supera as aparências.
A satisfação de busca destes jovens é mais completa quando o que é “desvelado” o é de maneira personalizada, sem artificios. Justo aí, ocorrem excelentes provas vocacionais: os jovens, que ja nao suportam farisaísmos, sao capazes de rechaçar ou abraçar para sí mesmos este ou aquele modo de vida.
Deus é quem chama e constitui seus ministros para a evangelizaçao e a cura de almas na Igreja. É também claro que “os sinos dos projetos terrenos” são muito forte nos ouvídos dos batizados, obstruindo ou obnubilando muitas vezes a “vox Dei” que está na brisa mansa (1Rs 19,12). Os espaços sociais carecem de silencio, de meditaçao e “sintonía” para escutar o chamado divino; ao menos falta o silêncio interior. Porém Ele, como dono da Vinha, não a abandonará sem operários, Sua generosidade no chamamento se manifesta de múltiplas formas.
No processo de resposta à vocação ministerial não é estranha a presença de um mestre que, muito de perto, é como uma seta indicando a meta. Josué teve a Moisés como mestre, Samuel a Heli, Timoteo a Paulo… e assim por diante. O papa Paulo VI dice que o mundo moderno ouve mais às testemunhas que aos pregadores (E.N). Joáo Paulo II reafirma a importância desse testemunho (PDV. 39), e é este o tema da mensagem de Bento XVI para o dia do Bom Pastor.
Eu tive a graça de contar com uma pessoa equilibrada, simples e orante em meus primeiros passos vocacionais. Ainda adolescente, me dispus a acompanhar-lhe algumas vezes em seus trabalhos de assistência às comunidades. Nestas oportunidades, mais que por suas palavras, me fez ver sua fidelidade e dedicação às pessoas sem esperar nada em troca, sempre disponivel a ouvir e orientar sem arrogancia, sem pressa, sem elucubraçoes… O referido sacerdote, ordenado por Joao Paulo II em 1980, nao sabe o bem que me fez em seus “silencios”, em suas aulas “prácticas”.
Em minhas atividades pastorais como seminarista sempre falei da vocaçao sacerdotal; como reitor do Seminário Menor procurei acompanhar aos vocacionados através de visitas às suas familias, colegios e paróquias. Hoje -suponho- haverá algum deles (sacerdotes) para o qual aquelas visitas terao tido un significado positivo em sua decisao, mais que minhas palavras.
Evidentemente há muitos modos de chamamento ao sacerdocio ministerial, mas este processo, por assim dizer, “personalizado”, é evidente nas Sagradas Escrituras, e um dos mais eficazes na Historia da Igreja, até o dia de hoje. Se há sacerdotes que nao vivem sua vocaçao, muitos mais sao os que a vivem com intensidade de amor indiviso.
Creio que, nós sacerdotes, nao devemos aparecer como uns “desencarnados” da realidade, angélicos ou artistas: fizemos uma opçao pela qual entregamos a vida, sem temer a transparencia de nossa humanidade, de nossos sentimentos, hábitos e limitaçoes. Em tudo isto também haverá sinais de nossa configuraçao com Jesus Cristo a quem seguimos. O fundamental é que nao nos falte amor e doaçao sincera ao que elegimos como ocupaçao neste mundo (Rm 8,35).
Entao, queremos apresentar nossa “casa” aos jovens que perguntam: “Onde vives?”. Abrimos nossa porta para que vejam de perto em que consiste o “misterio” que envolve nosso “ministerio”: estar no mundo sem ser do mundo. Que descubram eles mesmos a fonte de nossa alegria. Ao menor gesto de interesse, queremos dizer-lhes: “Vinde e vereis”.
Deixaremos que falem nossas açoes, nao nos distanciaremos; nossa vocaçao nao é de “Mito”: em algum momento e sempre, o simulacro desaparece, e fica o que é. Na convivencia com um ou outro jovem, ja nao seremos nós quem falaremos e sim Aquele em quem procuramos nos configurar. E, se algo em nós, mui humano e pouco divino, aparecer nesta aula prática nao será motivo de susto para quem também viveu a circunstancia da debilidade. Nao lhes passará despercebido nosso empenho na “messe” e, sobretudo, o encantamento que dedicamos ao Senhor. E além disso, o Espírito Santo – protagonista maior- fecundará a boa semente nos jovens que buscam definir suas futuras ocupaçoes.
(Pe. Crésio Rodrigues / Direito Canónico em Pamplona-España).
Assinar:
Postagens (Atom)





